"QUEM ESTÁ COM DEUS NÃO SE DESESPERA, AVANÇA NEGUIM!"
Moses Gomes






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Que sejam santificados todos os caminhos que eu trilhar.
Meus sonhos, minha família e a minha arte
eu entrego a Ti".




biografia
Moses gomes

conheça um pouco
da história do fundador
e líder deste projeto
que está impactando vidas.

Onome dele é Moises Gomes da Silva. Um homem que poderia ser mais um morador da Baixada Fluminense, que viaja diariamente para o Rio a trabalho, em troca de um salário mensal. Ele poderia apenas mais um a contribuir com a mão de obra dessa grande e cruel máquina do mercado. Com muito estudo, e esforço redobrado, ele poderia ser também um advogado, médico ou engenheiro. Mas não, ele é um criador. O seu nome artístico é Moses Gomes. E a sua arte é a música. Moses é cantor e diretor musical. Nasceu na Penha, Rio de janeiro, no dia 12 dezembro de 1980. Filho de Marta Gomes da Silva e Moises Lima da Silva. A sua infância humilde foi marcada por muito trabalho - desde os 12 anos de idade já ajudava o seu pai como servente de pedreiro - mas também por muitos episódios interessantes; dignos de uma boa biografia.

Ainda novo, foi levado pelo seu pai para São Paulo. Depois de 6 anos, foi novamente de mudança, desta vez para o interior do Estado, mais precisamente para Avanhadava, onde viveu por apenas alguns meses. Essa cidade não teria grande importância na história de Moses, não fosse por um simples fato: foi onde a música surgiu em sua vida. Aos 6 anos viu um menino de mesma idade tocando violão na igrejinha que a sua família frequentava. Aquela imagem foi marcante, decisiva. Moses foi logo pedindo para a sua mãe lhe ensinar a tocar. Nesse momento recebeu dela a fatal notícia de que era impossível, pois o violão não tinha cordas. Decepcionado, mas motivado por um anseio irreprimível, foi até o quintal de sua casa e pegou um saco de batatas. Dele tirou algumas cordas de nylon, esticou-as no violão e prontamente mostrou à sua mãe. Ela ficou perplexa. Vencida pelo argumento mais sincero de todos: o olhar do seu filho determinado a ser músico, Marta foi logo lhe ensinando as únicas 3 notas que conhecia: lá, mi e ré.

Aos 8 anos voltou para Magé, interior do Rio de Janeiro, onde mora até hoje. De lá pra cá trabalhou em um aviário, onde dizimou alguns frangos por esquecer a máquina de depenar ligada. Foi vendedor de legumes e frutas na feira - pegava o trem às 3 da manhã para Jacarezinho e depois de já ter vendido tudo, voltava para casa para dividir os lucros e ajudar nas despesas. Depois mudou o segmento, passou a vender picolé. Com toda essa experiência, Moses chegou à conclusão que cuidar de galinhas e ser vendedor não eram os seus fortes. Os nossos ouvidos agradecem! Começou a dar aula de teclado e violão, atividade que não durou muito. A verdade é que ele ainda não se sentia pleno de sua obra. Pronto, lá vamos nós para mais um episódio interessante da sua vida: ele voltou justamente para a obra. Voltou a ajudar o seu pai como servente de pedreiro. Porém, agora com um plano, uma meta. O seu pai tinha um diferencial, só consertava e construía em apartamentos de madames de Botafogo, Copacabana e Leblon. Os clientes dele eram todos de classe média. Moses pensou que se alguém bem relacionado o ouvisse cantando, poderia indicá-lo para alguém do meio musical. Assim, transformou-se estrategicamente no crooner da obra. Preparava concentrado o cimento para o seu pai, mas quando percebia a chegada de alguma madame ou bacana do prédio, cantava a plenos pulmões. Alguns anos e muitos clientes passaram e o menino seguia cantando. Até que um dia uma moradora ficou encantada com a sua voz e o apresentou para um professor de música.

Então o seu plano deu certo, correto? Mais ou menos. O professor de música passou a se aproveitar do talento de Moses, pedindo para ele criar arranjos musicais para oferecer aos seus clientes. Em troca, o sofista prometia ajudar na carreira artística do menino interessado. Aos poucos, o cantor mirim foi percebendo que aquilo tudo era conversa para boi dormir. Mesmo assim, esse momento foi fundamental para a sua educação musical. Durante esse período ele pode futricar a vontade em um teclado, que lhe permitia gravar em 16 pistas. Ou seja, podia brincar com sons de 16 instrumentos diferentes. Praticamente o primeiro vídeo game! Algo que na época o menino pobre de Magé com certeza não poderia comprar. Outros benefícios que essa época lhe trouxe, foram as dezenas de clientes e pedidos de arranjos novos e diferenciados que chegavam para ele diariamente. Nesse processo teve a oportunidade de desenvolver bastante o seu trabalho de criação, de trabalhar em gêneros musicais variados, e conhecer diversas pessoas. Essas pessoas o apresentavam para outras pessoas, que também ficavam admiradas com o seu trabalho, e o apresentavam para outras pessoas, e assim por diante. Através dessa cadeia de relacionamentos, enfim, Moses chegou no teatro.

O seu primeiro emprego como músico mesmo foi em 1997, no Teatro Bibi Ferreira, quando foi contratado para tocar teclado e interpretar o papel de um pianista cego na peça Infidelidade, dirigida por Harold Ferrari. A partir daí a sua carreira não parou mais. No ano 2000, Moses estreou na TV como cantor e diretor musical no programa A Cara do Rio, primeiramente exibido pela Bandeirantes e em seguida pela Rede TV. Nesta última emissora, o programa permaneceu no ar por 6 anos, tempo em que trabalhou ao lado de um dos mais renomados diretores da TV brasileira, o já falecido Wilton Franco. Nesse período ele adquiriu grande experiência e passou por momentos inesquecíveis, literalmente. Foi durante uma apresentação de A Cara do Rio que o diretor de corte, Renato Salles, e o então apresentador, Jair Marchesine, carinhosamente o apelidaram de Grapetyn, alcunha que usa até hoje. Com o trabalho que passou a desenvolver na TV, Moses naturalmente se envolveu em um ciclo de boas amizades e excelentes projetos no mundo da música. Históricos. Em 2004 assinou a produção e direção musical do CD de retorno da consagrada cantora e vedete Watusi. Ela que já havia estrelado musicais nos mais distintos e glamorosos teatros do mundo - incluindo uma temporada de 4 anos no Moulin Rouge, o maior cabaret de Paris - ficou encantada quando se deparou com o talento daquele homem, aquele mesmo guerreiro que cresceu cantando em obras de madames da vida. Hoje Watusi é profunda admiradora do seu trabalho.

Moses ainda fez uma participação especial na peça de grande sucesso chamada São Francisco de Assis, apresentada no Canecão, e dirigida por Ciro Barcelos. Produziu algumas canções para o renomado fotógrafo Fernando Torquatto, hoje apresentador, ao lado de Luana Piovani, do programa Superbonita, no canal GNT. E foi um dos compositores de algumas músicas do CD que gravou em uma investida do fotógrafo como cantor. Também produziu e dirigiu um vídeo institucional em 2003 com o ator e mestre Tony Ramos. Fez a direção musical do curta Anjo da Guarda, do também conceituado produtor e diretor televisivo Ajax Camacho. Dirigiu a trilha do espetáculo teatral *Echo Show, em Salvador, Bahia. E foi convidado pelo cantor Altay Veloso a participar como solista na gravação do CD E DVD da Ópera Alabê de Jerusalé. A ópera contou com alguns nomes da música popular brasileira. Coisa pouca! Pessoas que talvez você conheça: Emílio Santiago, Sandra de Sá - com que já se apresentou - Fafá de Belém, Lenine, Jorge Vercilo, Wando, Bibi Ferreira, Elba Ramalho, Alcione, Ivan Lins, Leny Andrade, Cláudio Zolli, Watusi, Carlos da Fé, Pery Ribeiro, Margareth Menezes, Wanderléa, Maria Eugënia entre outros. Uou, quase faltou fôlego pra tantos eventos e nomes!

Mesmo embalado por sonoras parcerias com tantos ícones da música brasileira, Moses nunca deixou de lado o sonho de colocar em prática ideias musicais próprias. As suas primeiras empreitadas na sessão de músicas autorais tiveram um pé na Europa. Ele gravou 2 discos de músicas românticas, chamados Identidade e Semplicità. O segundo foi todo em Italiano e foi lançado em Bologna, na Itália. Porém, de súbito, Moses decidiu interromper o processo de divulgação do disco para dar início ao um projeto musical que realmente vinha do seu coração, de Deus. O nome dado à nova cria não nega: És meu filho. O CD foi lançado em 2004 de forma independente. Um projeto com coral, imponente e virtuoso. Mas, ao mesmo tempo com a ginga do brasileiro. Irresistível. Grapetyn, ou Moses, já não via mais sentido em cantar sozinho. A sua voz solitária já não conseguia mais traduzir a totalidade da sua ambição musical. És meu filho está em plena atividade até hoje. Tudo graças à Deus e à grandiosidade desse grande músico. Em meio ao coral, Moses não é apenas uma voz que canta, ele é a letra, a melodia, cada harmonia. É cada nota de arranjo, cada músico, cada dedilhado, cada sussurro, cada pausa. A sua voz solo não conseguia mais expressar todas as melodias que Deus cantava em seus ouvidos. Por isso chamou mais pessoas cujas vozes poderiam fortificar e expandir essas mensagens divinas. Foi dessa forma que nasceu um novo e grandioso coral. Como se fosse um único microfone para 7 mil vozes. E cada uma dessas vozes, enfim, foram transmitidas na Rádio Melodia em 2009 e 2010. A música homônima És meu filho estava tocando na rádio.

O lado religioso de Moses é muito forte. A ligação entre Deus e a música tem grande significado na sua concepção de vida e carreira. Para ele talento é uma dádiva e a sua voz uma benção. Por isso sempre cultivou amizade de pessoas ligadas ao exercício da fé, como o locutor das rádios Melodia 97.5 e Band, Canal 7, o Pastor Martinho Monteiro, e o seu filho, o Pastor Roberto. Na Rádio Melodia ainda mantém estreita relação de amizade com o diretor da emissora, o Pastor Niel Martins. Todos esses vínculos afetivos, quase familiares, estão intimamente ligados à música e ao carisma de Moses. Ele os abastece com dezenas de vinhetas institucionais, que não só tocam nas rádios já citadas, mas também na rádio 93.0 FM Gospel, e outras tantas já conhecidas pelos ouvintes que apreciam o Gospel. Em 2010, compôs, arranjou e assinou a produção da música de natal da gravadora evangélica Central Gospel Music, repetindo o feito no natal do ano seguinte. Também em 2011 e 2012 criou e produziu a música de fim de ano da AVEC - Associação Vitoria Em Cristo, do pastor e apresentador Silas Malafaia. Nessa ocasião dirigiu os cantores Nani Azevedo, Marco Aurélio, Tatiana Malafaia, Rachel Malafaia, Raquel Mello, Angelo, Grupo Kainon, Aleca Pop, Pastor Gui, a dupla Eduardo e Silvania e muitos outros. Na verdade Moses segue até hoje sendo o grande responsável pelas trilhas sonoras do próprio programa do pastor, Vitória em Cristo, e de Mulher Vitoriosa, da apresentadora Elizete Malafaia.

Atualmente o seu trabalho na TV é vasto. Podemos escutar diariamente as suas trilhas em vinhetas e fundos musicais de emissoras como CNT, Rede TV, BAND e SBT. Os programas Cidade Realidade, A Voz do Rio, Abrindo Portas, Momento do Sport, Cidadania Pés no Chão, Rio no Coração, Home Shopping, Municípios em Ação, Revista, Fala Baixada, dentre outros, são todos ilustrados pela musicalidade de Moses Gomes, ou Grapetyn. Outro que recebeu, e recebe até hoje, o embalo das suas trilhas é o Programa Raul Gil, no SBT, onde já arranjou músicas de André Leono, Reinaldo, Lyriel e tantos outros artistas e pupilos do emblemático apresentador. Ainda na TV, em 2010, compôs a música e escreveu a letra, no mais puro estilo We Are The World, para o projeto da Rede Globo que homenageava e traduzia os significados da sua famosa logomarca - criada por Hans Donner ha 35 anos - e de todo o seu conceito visual ao longo desses anos. Depois desse trabalho, Moses e Hans passaram a estudar a possibilidade do músico assinar a produção musical do clipe de fim de ano da emissora. Seguindo no mesmo veículo de comunicação, porém agora na política, Moses também dirigiu a campanha de diversos partidos políticos, sendo o compositor de inúmeras trilhas e jingles de propagandas eleitorais de partidos como: PPB, PT, PSDB, PDT e PMDB.

Creio que nessa biografia muito foi falado sobre esse grande artista da música brasileira. Porém, como todos bem sabem, Moses vai além! O menino guerreiro, hoje um vencedor, segue inquieto na busca por novas parcerias e novos projetos promissores e estimulantes. Esse é o caso do seu coral És Meu Filho, o seu grande xodó, cujo segundo CD já está pronto em breve estará nas lojas. Agora nas palavras desse compositor brasileiro, um conceito sobre a sua criação:

Esse coral não foi feito para os católicos, evangélicos, adventistas ou etc. Foi feito para todos aqueles que crêem em Deus e o guardam em algum lugar, ainda que escondido lá no fundo do coração.

Moses Gomes

Se existe um significado na obra divina de transformar as coisa - de Deus transformar a água em vinho, por exemplo - é aqui que essa passagem da Bíblia faz sentido. Uma mãe que mal sabe 3 notas de um violão vê o seu filho vencer na vida e se transformar no grande músico que é Moses Gomes, isso é Deus! É muito mais além!

Quando fazemos dos planos de deus a nossa prioridade,
ele por sua vez, faz de nós a prioridade dele".




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ÉS MEU FILHO, É UM PROJETO CORAL EVANGELÍSTICO NASCIDO DO CORAÇÃO DE DEUS PARA O MEU CORAÇÃO.
É O QUE AMO FAZER NA OBRA DE DEUS, É TUDO O QUE SEI FAZER,
É TUDO O QUE SOU E SOMOS. "FILHOS".
MOSES GOMES

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